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Frio e asma: por que os sintomas aumentam no inverno?

Frio e asma: por que os sintomas aumentam no inverno?

A asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no mundo. No Brasil, estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas convivam com a doença, enquanto, globalmente, esse número ultrapassa 200 milhões. O diagnóstico é realizado por meio de avaliação médica, considerando o histórico do paciente e exames específicos.

Entre os principais sintomas estão falta de ar, tosse seca, chiado no peito, sensação de aperto no tórax e dificuldade para respirar. Durante o inverno, esses sinais podem se intensificar devido às mudanças provocadas pelo clima.

O ar frio e seco irrita as vias respiratórias e favorece o aumento da inflamação, tornando a respiração mais difícil. Além disso, as baixas temperaturas estimulam a produção de um muco mais espesso que o normal, o que dificulta ainda mais a passagem do ar pelos pulmões.

Outro fator é o aumento da circulação de vírus respiratórios e das crises alérgicas, comuns nessa época do ano. Para quem tem asma, essas condições podem desencadear ou agravar as crises, especialmente quando há exposição repentina ao ar frio.

Para reduzir os riscos, é importante seguir corretamente o tratamento prescrito pelo médico, manter o uso regular dos medicamentos, proteger-se do frio com roupas adequadas e evitar mudanças bruscas de temperatura. Também é recomendado manter a vacinação em dia, higienizar as mãos com frequência e, sempre que possível, evitar ambientes fechados e com aglomeração.